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quarta-feira, 25 de março de 2009

AOCP - DESENBAHIA (2009)

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26 - A resposta desta questão está no trecho que diz: "Tarso, metralharam seus críticos, teria se precipitado e tomado sua decisão com base em simpatias ideológicas." (Início do texto)

Resposta: D


27 - O pronome relativo é aquele que pode ser substituído por "O QUAL" e flexões e inicia oração subordinada adjetiva. Aparece relacionado a um substantivo e, em muitas vezes, mas não é regra, vem logo após a ele. Veja:

a) "integrante...que..."

b) "...assassino que..."

c) "...injustiça que..."

d) "...inoportunidade que..."

e) O elemento destacado não é pronome relativo. É conjunção subordinada substantiva que pode ser substituída pelo pronome "isso", como um método prático para identificação dela: "...contribuiu para que se concluísse ISSO".

Resposta: E




28 - O sujeito de metralharam é "seus críticos". Invertendo a ordem da frase, o sujeito fica mais evidente: "...seus críticos metralharam". Podemos entender que os críticos de Tarso Genro metralharam-no.

Resposta: D


29 - Para responder a esta questão, precisamos saber o que é um aposto. Aposto, segundo Celso Cunha (Nova gramática do português contemporâneo) é o termo de caráter nominal que se junta a um substantivo, a um pronome, ou a um equivalente destes, a título de explicação ou de apreciação. Geralmente (não é regra) há pausa entre o termo e o aposto marcada pela vírgula. O aposto pode ser resumidor, explicativo, especificativo, enumerativo ou recapitulativo. Observe nas alternativas que a única que não resume, nem explica, nem específica termo anterior é a letra C. Vamos analisar as outras alternativas:

a) Nesta letra, está se especificando quem é o titular da justiça: TARSO GENRO.

b) A mesma situação da letra anterior, onde o aposto diz quem é o grupo extremista de esquerda.

d) Aqui, o aposto é uma enumeração. Quem são os insuspeitos? O comitê e a procuradoria.

e) Na letra E, o aposto está especificando quem é o italiano: CESARE BATTISTI.

Resposta: C


30 - Nesta questão, temos que atentar para a regência dos verbos. O verbo executar é transitivo direto e se liga ao seu complemento sem auxílio de uma preposição. Desta forma, da-se a este complemento o nome de OBJETO DIRETO pela ligação direta entre o verbo e seu complemento. Já o verbo discordar é transitivo indireto e se liga ao seu complemento com o auxílio da preposição "de", por isso este complemento é chamado de OBJETO INDIRETO, pois é ligado indiretamente ao verbo.

Resposta: A


31. Esta é uma questão de vocabulário. Precisamos saber que a única alternativa que não se encaixa como sinônimo de inoportunidade é a letra A: INAPTIDÃO.

Resposta: A


32 - Na letra A, "quando" é conjunção temporal que dá a ideia de tempo: "as mortes aconteceram na época que ele encabeçava...". Na letra B, o "se" é conjunção condicional. Veja que existe uma condição para ele se deixar levar. Na letra C e D, existem conjunções adversaticas que dão ideia de oposição na oração. A única alternativa incorreta é a letra E porque "uma vez que", na frase, dá a ideia de causa.

Resposta: E


33 - Aqui, nós discordamos do gabarito preliminar porque na função emotiva da linguagem prevalece a primeira pessoa e o texto é todo em terceira pessoa. Este é um texto em que prevalece a linguagem referencial. Observem a diferença entre os dois:


Função referencial ou denotativa: transmite uma informação objetiva, expõe dados da realidade de modo objetivo, não faz comentários, nem avaliação. Geralmente, o texto apresenta-se na terceira pessoa do singular ou plural, pois transmite impessoalidade. A linguagem é denotativa, ou seja, não há possibilidades de outra interpretação além da que está exposta. Em alguns textos é mais predominante essa função, como: científicos, jornalísticos, técnicos, didáticos ou em correspondências comerciais.


Função emotiva ou expressiva: o objetivo do emissor é transmitir suas emoções e anseios. A realidade é transmitida sob o ponto de vista do emissor, a mensagem é subjetiva e centrada no emitente e, portanto, apresenta-se na primeira pessoa. A pontuação (ponto de exclamação, interrogação e reticências) é uma característica da função emotiva, pois transmite a subjetividade da mensagem e reforça a entonação emotiva. Essa função é comum em poemas ou narrativas de teor dramático ou romântico.

Ainda existem as funções conativa ou apelativa, metalinguística, fática e poética.

Resposta em discordância com o gabarito preliminar: A


34 - I) Surgirem = Futuro do subjuntivo

II) Concluísse = Imperfeito do subjuntivo

III) Estiver = Futuro do subjuntivo

Resposta: B


35 - A única alternativa errada é a letra C onde "Em outubro" não é adjunto adverbial de lugar, e sim, adjunto adverbial de tempo.

Resposta: C


sábado, 22 de novembro de 2008

CESPE - TRT/PR (ANA. JUD. 2007)

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1. Entre as linhas 5 e 8 encontramos a resposta da nossa questão, principalmente quando o autor diz: "Nem sempre é assim." (C)

2. O emprego do subjuntivo pode denotar hipótese como explicitado no texto. Outras aplicações do subjuntivo são para exprimir um desejo, uma dúvida, uma ordem, uma exclamação. (C)

3. O referente de "completá-la" é relação e "essa" se refere a outra coisa. Isso já torna o item errado. (E)

4. O termo destacado em "...aos exemplos que são dados" introduz uma oração subordinada adjetiva que substitui um adjetivo. Podemos retirá-lo e o texto continuará correto e coerente pois teremos o adjetivo presente: "aos exemplos dados". Nas orações adjetivas o que é sempre um pronome relativo que neste caso se refere a exemplos. (C)

5. Pode haver a substituição sem nenhum problema. (C)

6. Quando o verbo ser vem antecedido de preposição, usa-se o singular ou o plural: Exemplos a ser (ou: a serem) seguidos; valores a ser (ou: a serem) cobrados; empregados para ser (ou: para serem) treinados; trabalhos fáceis de ser (ou: de serem) feitos. (C)

7. A primeira pessoa do plural tem o intuito de incluir o autor e o leitor no contexto. (C)

8. Não existe nada no texto que confirme o desaparecimento da distância entre os Estados Unidos da América e a Europa. Entre as linhas 8 e 10 temos outro tipo de informação. (E)

9. Mais (advérbio de intensidade) ainda refere-se a "vivendo isolados". (C)

10. O "do que" da linha 10 é que introduz o segundo termo de uma comparação. O da linha 9 é complemento de notícia. (E)

11. Além das fronteiras identifica nossos países vizinhos. "É pena,...o que acontece além das fronteiras" significa que devemos olhar mais para fora do país. Retoma o início do texto. (C)

12. Neste item, não podemos trocar a conjunção pelo artigo. A conjunção liga orações ou palavras da mesma oração e o artigo determina um substantivo. (E)

13. "...a maior parte...não é", mas "quase todos os...não são". Veja mais detalhes em concordância. (E)

14. Neste item cabe uma reflexão. Quando você, candidato a um cargo público, estiver analisando o item, não precisa descobrir todos os erros que ele tem. Basta achar um e ele já estará errado. Assim, não perca tempo e passe para o próximo. Nesta questão, o porquê que é citado no final deve ser junto e sem acento por ser uma explicação: "Porque na verdade,...". (E)

15. O que há no texto é uma silepse (concordância ideológica) de pessoa onde o autor se inclui no contexto. Podemos fazer também a concordância gramatical onde o núcleo do sujeito, todos, leva o verbo para a terceira pessoa do plural, carregam. (C)

16. A inserção da preposição apenas deixa mais claro os complementos nominais de manifestação. (C)

17. Não se pode separar o verbo (sublinhar) do seu complemento verbal, no caso, objeto direto (o fato): "É preciso sublinhar o fato...". Portanto, sem dois-pontos. (E)

18. Aqui, houve apenas a mudança do pronome relativo que continua se referindo a papéis. "...cujos papéis..." para "...com papéis que (os quais)..." (C)

19. O futuro do presente pode ser usado para as duas coisas: suposição decorrente da situação e realização em tempo posterior à fala. Neste item, o verbo procurará sugere mais uma suposição quando, em uma parte antes desse verbo, é citado: "O algoz, por exemplo, não pode...A vítima procurará...". (C)

20. Os papéis foram citados entre as linhas 12 e 14. Sem mais comentários. (C)

21. Não se usa crase antes de verbo. Veja mais detalhes em crase. (E)

22. No grau comparativo de superioridade analítico do adjetivo podemos utilizar tanto a forma "...mais rápido do que..." como "...mais rápido que...". (E)

23. "Além da liberdade" (linha 3/4) significa que existem mais fatores do que só a liberdade, ou seja, ela é apenas um deles. (C)

24. Como "as sociedades" é o sujeito de "criarem" não pode haver a contração da preposição de mais o artigo as. Este sujeito inicia oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo. (C)